O MEU SOSSEGO
Moro e vivo em Minas, e encontrei sossego. Um dos elementos básicos de mim é precisar de sossego. Minha mãe me disse:
- Meu filho, não escreva nada agora.
O que ela queria de mim é que eu me mostrasse católico. E eu sou católico. Assisto missa procurando seguir os caminhos que afinal levam a Cristo. E vou eu por esta estrada sossegada. Agora eu aqui estou escrevendo depois de ter trabalhado. Adquiri uma mesa de trabalho e este computador. E minhas roupas. Minha mãe me deixou alguma coisa, sim, que é para que eu pague a minha comida, a casa arrumada e a grande empregada que serve a esta casa. Assim eu vou vivendo.
Peço a Deus que me dê mais alguns anos de vida. Acho até que estou abusando dos ouvidos de Deus. Mas não posso me queixar, porque Deus me recompensa todos os dias.
Se eu ficasse pensando em muita coisa, aí sim, eu seria um fiel a Deus ingrato. Mesmo porque aliás Deus me recompensa a cada segundo.
Não é toda a hora que eu peço mais alguns anos a mais de vida. Só nas minhas orações da manhã e da noite. E eu creio em Deus, porque Deus existe.
Tenho meu nome literário. Nome pequeno, mas que se há de fazer. È muito. Eu digo que tenho essa faminha de literato. Sonhei em tê-la, e também só depois que minha situação financeira fosse estabelecida. E aqui vou eu. E tenho dito. E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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