GRATO A DEUS

 Nada como ser feliz. Outro dia fez cinco anos que minha mãe morreu. Como eu iniciei esta postagem falando em felicidade,  preciso dizer que não é porque ela morreu que sou feliz. Mas ao invés de ficar chorando a ausência de minha mãe, eu rezo muito mais agora. E parece que Deus me ouve. E sou eu mesmo quem disse que Deus recompensa a quem tem fé. E recompensa mesmo. A cada dia eu valorizo mais a gente simples de posses, que nos ajuda. Não é que firme minha fé que essa gente simples não tem uma posse. Porque tem. Mas merece ter. E agora, findo o expediente do dia, lá foi D. Zózima. Porque a luta dela pelas coisas que ela quer continua.

E eu digo: D. Zózima é uma guerreira.

E eu já disse isso a ela. Meramente eu reconheci que ela é guerreira no sentido de enfrentar o trabalho.

E quem enfrenta o trabalho tem seu ganho. Quem não trabalha sabe de si, como eu sei de mim. E o que eu sei de mim? Depois de ser guerreiro, com permissão médica e tudo, e até de quem é autoridade aqui em casa, a primeira foi minha mãe, a quem presto reverência, a segunda aquela que me permite hoje. Porque ninguém é livre. E me tornei poeta e escritor. Porque hoje em dia, os homens e mulheres que têm noção das letras e examinam a sua situação pessoal, só não escrevem ou porque não querem ou porque a vida deles os impossibilita. Daí não devemos, os poetas e escritores sermos esnobes. Acabou foi a genialidade, o que nos resta é a comodidade. E essa, no meu caso, agradeço a Deus.

Agora, mesmo entre a gente simples há diferença no modo de ser. Graças a Deus eu reconheço isso.

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