ESCREVENDO EU GOSTO DE MIM

 Mesmo um homem de Letras é um membro da sociedade. E quando ele escreve, na minha opinião, ele deve estar preparado para a vida de letras. Porque o seu  meio de expressão é a escrita. E quando ele se expressa ele deve saber que escreve o que escreve. Assim como o homem de salão ele deve pensar para falar. E pensando para falar ele corre o risco de desagradar. Se ele for um desses homens que agrada pouco e para ele agradar pouco já é o suficiente, então ele não precisa das Letras. 

Eu aqui escrevendo o que sou? Eu mesmo respondo, escrevendo eu repasso a mim para quem me lê. E eu prezo o ser humano, em suas falhas. E quanto ao erros, eu como católico, considero o erro um pecado e aí o homem que erra deve rezar bastante.

Eu pergunto: pode um homem de Letras ser divorciado? Poder pode, e que ele leia o que o professor que está lá no site da Editora Cleófas tem a dizer. E que me perdoem, esqueci-me repentinamente do nome do professor.

Depois eu me lembro e virei aqui dizer.

Ah, acho que é Felipe Aquino. E eu o lia sempre. E estou em falta com ele como leitor, pois há muito tempo que não o leio. E por falar nisso, acabando aqui vou lá lê-lo.

O que me interessa aqui é dizer que eu mesmo custei a me adaptar à ideia de que sou divorciado. Mas já estou há muito tempo tranquilo em relação a isso.

E estar tranquilo é a minha maneira de dizer que vim atrás de sossego e encontrei. O divórcio no Brasil já é lei. E o professor Felipe Aquino nos orienta como divorciados católicos. E tenho dito. E não mencionei o divórcio para amealhar gente problemática ao meu círculo de amigos. E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.

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