ESTOU BEM COMIGO MESMO
Depois de conquistar minha felicidade achei uma maneira de estar bem comigo mesmo. Acredito que ninguém vive sem algum tipo de fantasma. E o que eu chamo de fantasma? Aquele pedaço da memória povoado pelos acontecimentos marcantes de uma vida, principalmente isso. Podem ser as ilusões que o eu vivenciou. Podem ser fatos reais pelo qual o eu passou. E, às vezes, até sonhos que ficaram. Desses fantasmas e de alguns outros eu crio meus contos. Se ainda não disse, escrevo periodicamente, contos que algumas editoras amigas publicam. E dos exemplares destas publicações o que eu faço? Remeto-os para bibliotecas, que são as melhores amigas dos leitores. Se meus contos estimularem os sonhos que os leitores sonham acordados, e se servirem de ânimo para a imaginação deles, está bom. Porque desses dois exemplos que dei se se tornarem realidade eu não ficarei sabendo. Mas uma coisa é certa. O publicado terá sido amigo dos leitores. E assim, quer dizer, pensando desta maneira, eu fico muito bem comigo mesmo. E não ganho dinheiro com estes contos publicados. Podem pensar que gasto muito dinheiro com isto. Não gasto não. O dos CORREIOS, decerto. E, por outro lado, e porque mentir, fico bem com as ACADEMIAS DE LETRAS em que meu nome aparece como membro. Agora, que não me culpem pela minha imodéstia. Disse tudo o que faço no mundo da Letras, para dizer que são as letras que me deixam bem comigo mesmo.
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