OS PROBLEMAS, QUEM NÃO OS TEM?

Minha mãe, temendo que a escrita, esta que faço desprentensiosamente, subisse à minha mente, me disse: um homem de letras é um homem como outro qualquer. Grande mãe ela foi, digo de coração. Hoje aqui escrevendo, digo: é um prazer para mim praticar a escrita. As coisas que aqui registro são as coisas minhas. Muitas vezes meus sentimentos, que os considero meu tesouro. Meu coração é o de um mineiro que tem alguma experiência de vida. E nessa experiência nunca fez mal a ninguém. Isto eu digo, e finalizo com um Graças a Deus.

Na minha terra, no tempo em que morei lá, haviam muitos cinemas. E vendo os filmes que lá passavam eu fazia algumas pequenas viagens pelas estórias que os filmes contavam nas telas. E nem assim, eu quis me meter com os profissionais do cinema. Eu sempre desejei mesmo é escrever.

Estórias, elas estão por toda a parte. Eu sempre as procurei nos livros. E na minha formação nunca foi necessário eu dizer que o mundo está virado. Esta expressão apareceu mais agora na boca dos saudosistas de toda espécie, ou dos conservadores também de toda espécie. Eu nem discuto, porque o século XXI é onde estão aparecendo muitas liberações que eu não entendo. E se não me entende, o melhor é não esquentar. Como eu digo para minha empregada, uma mulher que é inteligente, no mais das vezes eu falo mas não é direta nem indireta que estou jogando. É porque sou fã da liberdade de expressão. E liberdade de expressão tem seus  problemas.

Aliás, hoje o ser humano pode despejar suas palavras em textos. Tem quem apoie cada vez mais liberdade de expressão. Eu uso a linguagem parcimoniosamente. Esse é um modo de não incomodar quem me lê. Não poderia deixar de dizer isto. Mas os leitores ávidos que eu conheci, liam de tudo. Hoje eu não sei.

E nós que pretendemos ser conhecidos como escritores, temos de tomar conhecimento de problemas de nossa área.

E tenho dito. E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe. 

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